Veja a Luz se mover em Câmera Lenta

Dúvida Razoável, Vídeos By dez 18, 2011 4 Comments

Quando era jovem, Albert Einstein sonhava no que veria se conseguisse surfar em um raio de luz. Cientistas do MIT conseguiram concretizar o sonho que o próprio Einstein posteriormente demonstrou ser impossível: o que você vê nos vídeos acima é a propagação de um pulso de luz movendo-se lentamente pela cena como uma onda, sendo absorvida ou refletida pelos objetos. É a Supercâmera definitiva, pois estamos vendo a velocidade mais rápida do Universo se mover tão vagarosamente quanto uma lesma.

Estaria Einstein errado? Como os cientistas fizeram isso? Na continuação.

No vídeo acima você descobre o engenhoso “truque” usado. Einstein não estava errado e o que os vídeos capturam não é um único pulso de luz se propagando em câmera lenta por uma cena, e sim a combinação de muitos pulsos disparados, capturados a intervalos ligeiramente diferentes para que, combinados, formem um vídeo do comportamento de um único pulso. Isso funciona porque o comportamento de todos os pulsos, como os de gotas d’água, é sempre o mesmo toda vez que são repetidos nas mesmas condições. O mesmo “truque” congela as hélices de um helicóptero.

Conseguir aplicar o efeito estroboscópico à própria luz exigiu uma precisão fantástica, e as imagens resultantes mostram uma realidade que nem Einstein conseguiu ver. [toque do Evel! Mais em inglês no release do MIT]

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Sacerdote da Santa Igreja do Culto ao Nintendinho, Ryu se declara um rapaz casto e introvertido, no fundo desculpas para seus constantes fracassos com as mulheres. Adora surfar, mas não sabe nadar e sonha em conhecer uma praia. Ex-modelo, ex-feirante, ex-atriz, ex-torcedor do Mixto, Evel na verdade é um extraordinário colecionador da série telecurso 2º grau, sabe de cor e salteado todas as lições de química e marcenaria contemporânea. Amante da boa cozinha, não dispensa um churrasco de gato no boteco da Zuleide. Adora aventura e sempre que pode arrisca-se no truco indoor, desde que o ambiente seja refrigerado. "Onde há flor não há envido!"