Silent disco é vida

Colunas, Fórmula Indie By mar 10, 2010 No Comments

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Se você acha que fazer uma festa para 500 pessoas ávidas por boa música e com todas as caixas de som desligadas é um dos doze trabalhos de Hércules, está na hora de recuperar a confiança neste coraçãozinho e se jogar na Silent Disco mais próxima de você.

O conceito nem é tão novo, de 2005, mas ainda são poucas as festas deste tipo no Brasil (três em São Paulo e duas no Rio de Janeiro, segundo São Google).

A versão mais recente aconteceu em Porto Alegre, graças ao povo supimpa da MyCool e do Beco 203. E foi tão boa que essa colunista que vos escreve será obrigada a quebrar o protocolo (aka apresentar uma banda por semana). Malzaê.

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Author

Sacerdote da Santa Igreja do Culto ao Nintendinho, Ryu se declara um rapaz casto e introvertido, no fundo desculpas para seus constantes fracassos com as mulheres. Adora surfar, mas não sabe nadar e sonha em conhecer uma praia. Ex-modelo, ex-feirante, ex-atriz, ex-torcedor do Mixto, Evel na verdade é um extraordinário colecionador da série telecurso 2º grau, sabe de cor e salteado todas as lições de química e marcenaria contemporânea. Amante da boa cozinha, não dispensa um churrasco de gato no boteco da Zuleide. Adora aventura e sempre que pode arrisca-se no truco indoor, desde que o ambiente seja refrigerado. "Onde há flor não há envido!"